A Pegada Ecológica Humana é uma ferramenta que mensura a área de terra e água que uma população humana requer para produzir os recursos que consome e para absorver seus desperdícios, considerando a tecnologia existente. Ou seja, mede o quanto a humanidade demanda da biosfera, em área biologicamente produtiva em terra e no mar para produzir recursos e absorver nossos dejetos.
Atualmente a Pegada Ecológica humana é 30% maior do que a capacidade de regeneração do planeta. Ou seja, é necessário mais de um ano e três meses para a Terra regenerar o que é utilizado em um único ano. Esta diferença é mantida liquidando os recursos naturais do planeta. Esta é uma grande ameaça subestimada e que não é trabalhada adequadamente.
Se a situação insustentável do planeta continuar como está atualmente, levando-se em conta o crescimento populacional, a evolução tecnológica e o desenvolvimento econômico, serão necessários, já em 2050, dois planetas Terra para suprir a demanda da humanidade, segundo relatório “Planeta Vivo” lançado pela Rede WWF.
Os dados obtidos com base nesse cálculo da Pegada Ecológica, colocam o Brasil na média do consumo anual mundial – o que não significa que seja bom. O equilíbrio seria mantido se caso a média mundial fosse de
Essa bolha de crédito ambiental que já é 30% maior que a capacidade do planeta de fornecer bens e serviços à civilização de forma sustentável. Na natureza, assim como nas finanças, esse tipo de empréstimo sem fundos termina
Hoje cada ser humano precisa para viver de
Algumas ações simples podem ser realizadas no dia-a-dia para reduzir a emissão do gás carbônico (CO2), cooperando para minimizar o aquecimento global e também para reduzir a Pegada Ecológica. Entre essas ações, o consumidor pode, por exemplo, usar menos o carro, optando pelo transporte público, como trem, ônibus ou metrô, andar de bicicleta ou a pé e ainda praticar a carona solidária.
Se uma vez por semana, um individuo deixar o carro na garagem para ir ao trabalho, considerando um trajeto de
Em dias de muito calor como os últimos que estamos tendo na região, levam segundo técnicos do Ipea, a conclusão pouco animadora, de que o clima vai ficar cada vez mais quente com possibilidade de chuvas concentradas e muito fortes, em vez das águas pulverizadas durante o ano. Estudos mostram que no Brasil até
Estamos no momento crucial em que as providências não podem ser paliativas, mas sim orquestradas em larga escala e com medidas enérgicas e de cunho solucionador. Pensem no assunto...
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